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P: Qual tipo de espera é a mais gratificante quando você está esperando por algo?
Kai: Algo trivial. Por exemplo, quando você pede comida e espera por ela. Coisas como essas é que são a verdadeira felicidade; o sentimento da pequena felicidade.

P: Qual horário do dia o céu fica mais bonito, em sua opinião?
Kai: No pôr do sol. Honestamente, eu nunca pude presenciar muitas vezes o sol nascer, mas eu já vi muitas vezes o sol se pôr e penso que essa imagem é bonita. E tenho aquele mesmo sentimento (de pequena felicidade) que citei anteriormente.

P: Quando você tem a sensação de que o dia é curto?
Kai: Muitas vezes. Quando temos compromissos, eu quase sinto como se todos os dias fossem curtos demais. Nós dormimos por 3 horas e então temos que nos levantar para outro dia cheio de atividades e compromissos. Nós tivemos muitos momentos assim e apenas 30 minutos para fazer qualquer outra coisa. Parece que é uma perda de tempo dormir. E em tempos assim, eu sinto que o dia é curto. É algo especial quando sinto que o dia está sendo ‘longo’, mas basicamente eu sempre sindo que o dia é curto. Quando estou trabalhando, é curto por causa disso. Quando estou num dia de descanso, também é curto. Entretanto, eu me sinto bem, por estar vivendo uma vida ocupada.

P: Qual a coisa mais valiosa a ser vista?
Kai: Pessoas. Tudo que possa ser visto é importante, não?! Eu não sei.

P: Dentre todas as invenções da humanidade, qual fora a melhor delas em sua opinião?
Kai: A linguagem. Nós podemos nos comunicar graças a ela. (risos) Através da linguagem, o ser humano é capaz de interagir, se comunicar e criar emoções. E a linguagem falada é muito melhor que a escrita, pois nós temos de nos comunicar através da conversa.

P: Se você tivesse um gêmeo ou uma doppelganger, qual tipo de pessoa ele seria?
Kai: Uma pessoa comum com personalidade similar a minha. Não saberia dizer o que ele faria se não fosse cantor; provavalmente bailarino. Eu realmente quero saber se ele faria uma escolha diferente da minha no ponto decisivo da minha vida (cantor ou bailarino), e se ele passasse por isso, gostaria de saber qual o resultado. No momento de escolha da minha vida, eu decidi me tornar um cantor, mas acho que ele iria escolher se tornar bailarino. Eu gostaria de me ver atravessar por esta escolha novamente neste aspecto. Há muitos momentos decisivos na vida, e todos eles são importantes, mas se tivesse uma decisão diferente, os resultados seriam totalmente diferentes.

P: Qual a ‘bússola’ da sua vida?
Kai: Da minha vida? A felicidade. (risos) Não tem nada a ver com coisas materiais, mas sim com o que eu estou sentindo.

P: Quando você sente que algo ou o momento é muito “você”?
Kai: Quando eu olho para o relógio e percebo que estou atrasado? (risos) Ou… Vendo um outro lado meu que não sabia que possuía e esse meu lado parece ser muito mais “eu” do que o “eu do presente”? Estranho, não?
No mundo do trabalho, há certas regras que você deve seguir, um certo protocolo de como você deve tratar seus superiores e colegas de trabalho. No entanto, com colegas de trabalho, algumas vezes você esquece das regras e os trata como amigos. Eu me sinto assim quando estou com meus amigos, porque as coisas que eu faço e as palavras que digo quando estou com eles vem do fundo do meu coração.

P: O que é mais importante? O passado, o futuro ou o presente?
Kai: Todos os três são importantes na mesma medida. Não esqueça a razão para ter começado, trabalhe constantemente para aperfeiçoar o seu “eu” do presente e se prepare para o que vai acontecer no futuro. Seja sincero consigo mesmo.

P: Quais são as memórias mais antigas que você se lembra?
Kai: Quando eu estava no pré, havia uma papelaria próxima do meu colégio. Na frente da loja tinha uma máquina, que você colocava 100won e ganhava um presente. Jogar aquilo é algo muito memorável para mim. E também a casa que eu costumava morar. Acho que foi a minha primeira casa? Eu lembro que ficava no primeiro andar.
Memórias que tenho de momentos felizes com a minha família. Quando eu era criança, eu sempre rejeitava os beijos do meu pai e só permitia que a minha mãe me beijasse. Todas essas são algumas das minhas memórias mais antigas.

P: Agora que você é um adulto, em que momento você percebeu que realmente cresceu?
Kai: Quando? Eu percebi no dia das crianças desse ano (Dia 5 de Maio). Eu estava comprando presentes para a minha sobrinha e então disse para a minha mãe pelo telefone que era Dia das Crianças e pedi para ela me mimar um pouco. Ela me rejeitou dizendo que eu não era mais uma criança.
Quando eu era menor, eu me sentia responsável por tomar conta da minha mãe e do meu pai no dia das mães e dia dos pais. Agora que não posso ir mais tão frequentemente para casa visitá-los, eu acabo ligando para eles regularmente. Coisas assim me fizeram perceber que eu realmente cresci. Fora isso não há mais nada nada porque, na verdade, eu penso que todos (incluindo eu) estamos nos tornando mais jovens de coração na medida em que envelhecemos.
Algumas pessoas dizem que há uma diferença nítida entre um adulto de 20 e poucos anos e uma criança, mas eu não penso assim. Os valores que você cultivou desde criança o formarão como adulto. O pensamento de uma criança pode não ser errado ou não ter valor. Não existe uma linha que separa o pensamento de uma pessoa quando criança e o momento em que ela se torna um adulto. Há uma continuidade e apenas quando existe essa continuidade é que você realmente pode crescer como pessoa.



Créditos: username_0114
Trad. ING: dearKIMJONGIN e jonginsg @ Twitter
Trad. PT-BR: Carou, Ynys e Nikolas @ Kai Union Brasil
Não retirar sem os créditos.

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